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O conceituado realizador Brian De Palma, conhecido por clássicos como The Untouchables, Scarface e Carlito’s Way, bem como por thrillers de suspense como Carrie, Dressed to Kill e Blow Out, dirige esta adaptação do best-seller de James Ellroy (L.A. Confidential, American Tabloid). A Dália Negra tece um conto ficcional de obsessão, amor, corrupção, cobiça e depravação à volta da história verídica do brutal assassínio de uma starlet de Hollywood que chocou e fascinou o país em 1947 e se mantém um mistério até aos nossos dias. Dois polícias, antigos pugilistas, Lee Blanchard (Aaron Eckhart) e Bucky Bleichert (Josh Hartnett), são chamados para investigar o homicídio da ambiciosa aspirante a actriz Betty Ann Short (Mia Kirshner) também conhecida como “Dália Negra” – uma morte tão macabra que as imagens não foram reveladas publicamente. À medida que a crescente preocupação de Blanchard com o sensacional assassinato ameaça o seu relacionamento com Kay (Scarlett Johansson), o seu parceiro Bleichert vê-se atraído pela enigmática Madeleine Linscott (Hilary Swank), a filha de um dos mais influentes famílias da cidade – que tem uma ligação duvidosa à vítima do homicídio.
Depois de “Femme Fatale” em 2002, só agora em 2006 é que temos o prazer de rever Brian de Palma com este fabuloso “Dália Negra”. Um filme baseado no livro de James Ellroy e no crime da Dália Negra, porque é isto que este filme é. Enganasse quem pensa que vai ver um filme só sobre a investigação do crime de Elizabeth Short, conhecida como a Dália Negra. Este filme é muito mais que isso, tem no meio da investigação um trio amoroso, constituído pelos fantásticos Josh Hartnett, Scarlett Johansson e Hilary Swank. Uma história de corrupção, com um novo e rejuvenescido Aaron Eckhart, como nunca o viram antes (resta ainda esperar para vê-lo em “Obrigado por Fumar”) e de novo Josh Hartnett, que consegue transportar a sua personagem ao longo de todas estas situações, de uma forma muito credível, onde se sente a evolução da personagem. Pedro dos Santos
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