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Numa zona remota do norte do Quénia, a brilhante e fervorosa activista Tessa Quayle (Rachel Weisz) é encontrada brutalmente assassinada. O seu companheiro de viagem, um médico local, desapareceu. Tudo indica tratar-se de um crime passional. Os membros do Alto Comissariado Britânico em Nairobi partem do princípio que o seu colega Justin Quayle (Ralph Fiennes), o marido de Tessa, pacato diplomata sem ambições, deixará o assunto ao cuidado deles. Não podiam estar mais enganados… Assombrado pelo remorso e revoltado com rumores sobre as infidelidades da sua mulher, Justin embarca numa perigosa odisseia sem fim para limpar o nome de Tessa; uma odisseia em busca da verdade que revelará uma conspiração a nível global. "Um dos melhores e mais provocadores filmes do ano!” “Um filme simultaneamente subtil e poderoso com interpretações magistrais (…)” “5 Estrelas! Extraordinário! Um dos melhores filmes do ano!” "Um filme brilhante com magníficas interpretações e uma realização magistral. Cinco Estrelas!“
UMA CIDADE SEM DEUS Quem vai ver o filme “The Constant Gardener”, esperando ver uma Cidade de Deus, engane- se. O novo filme de Fernando Meirelles trata-se de um filme “Humanitário”. A activista Tessa Quayle (Rachel Weisz) é encontrada brutalmente assassinada no Quénia. Justin Quayle (Ralph Fiennes), marido de Tessa, um pacato diplomata sem ambições que tem como hobby tratar do seu jardim, é assombrado pelo remorso e revoltado com a probabilidade da infidelidade da sua mulher, procurando também a verdadeira razão da sua morte. Justin embarca numa perigosa missão para limpar o nome de Tessa e também para terminar o que ela tinha começado. Uma viagem que o levará aos meandros da poderosa indústria farmacêutica, e às terríveis milícias que destroem e matam para roubar a população do Quénia. Fernando Meirelles não deixou as favelas, elas estão presentes neste filme, bem como a utilização de “câmara à mão”. A fotografia está muito bem conseguida mostrando-nos tons quentes e suavizados nas cenas passadas no Quénia, em contrapartida com um azul prateado de uma Londres fria que até gela. O filme vale a pena ser visto, nem que seja para não se perder o rasto da carreira de Fernando Meirelles que já nos deu provas que consegue fazer bastante.
Filipe Freitas
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