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Quando David (Mark Ruffalo) aluga um encantador apartamento em São Francisco, a última coisa que espera – ou deseja – é companhia. Mas, mal se começa a instalar surge uma persistente jovem, Elizabeth (Reese Witherspoon), que reclama de forma peremptória ser ela a proprietária do apartamento. David assume ter havido um enorme mal entendido... até Elizabeth desaparecer de forma tão misteriosa quanto tinha aparecido. Convencido que se trata de um fantasma, David tenta ajudá-la a passar para “o outro lado”. Mas, embora Elizabeth se aperceba que se encontra num estado algo etéreo – consegue atravessar paredes… - está igualmente convencida que, de algum modo, se encontra ainda viva e não vai passar para lado nenhum. À medida que Elizabeth e David procuram a verdade sobre a situação desta e o porquê de se encontrar no actual estado, a sua relação transforma-se em amor. Infelizmente eles não têm muito tempo juntos, antes dos seus projectos para um futuro em conjunto se dissiparem...
Reese Witherspoon é a nossa morta de serviço, neste filme baseado num romance do autor Francês Marc Levy, nascido em 1961. A obra tem como título original “E se fosse verdade…”, mas na versão para o grande ecrã dá pelo título de “Enquanto estiveres ai…”. Um filme, mesmo assim com algumas surpresas, pois não existe aquela depressão antes do grande amor, mas uma boa disposição, com momentos de partilha por parte das personagens. Sejam elas vivas ou mortas. No fundo o amor já lá está e só tem de ser descoberto, tal como este filme…
Pedro de Pena
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