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O DIABO A QUATRO
Data de estreia: 06/07/2006
Título original: O DIABO A QUATRO
Realização: Alice de Andrade
Actores: Maria Flor, Marcelo Farias, Márcio Libar, Netinho Alves, Jonathan Haagensen
Argumento: Pauline Alphen, Jacques Arhex
Produção: Jacques Arhex, Yannick Bernard, Maria João Mayer, Márcio Nunes, Flávio R. Tambellini, François d'Artemare
Género: Comédia
Duração: 108 min.
País: Brasil
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O Diabo a Quatro é uma comédia social delirante, viagem sem volta que levará o público, através do
humor e da fantasia, para longe dos clichês sobre a miséria e a violência no Brasil.
Os destinos de quatro personagens se emaranham dentro do perímetro restrito a uns poucos quarteirões
de Copacabana, caldeirão de fantasmas e falsas aparências que constitui a outra face do Rio de Janeiro cartão postal.
Rita de Cássia, bela amazonense cuja afabilidade esconde uma determinação obstinada;
Waldick Soares, menino fugido de um passado familiar trágico para fazer fortuna no Rio;
Paulo Roberto, surfista cujos neurônios e vocabulário foram drasticamente reduzidos pelo excesso de
sol e de maconha, e famoso por seu talento em seduzir de graça garotas de programa;
e Tim Mais, cafetão autoritário mas de coração mole, que batalha para conferir à sua“Heaven Artistic
Promotions” uma estrutura empresarial.
Três homens apaixonados por uma mesma mulher - na verdade uma menina - que descobre o amor e a força de sua sexualidade para subjugar corações alheios.
Através dos olhos jovens e inocentes de Rita e Waldick, redescobrimos as entranhas desta “Hollywood” da marginalidade carioca, com seus contrastes exemplares. Enquanto Rita é atraída pelo universo kitsch da noite, Waldick se embrenha pela selva do asfalto. Suas perigosas aventuras com os meninos de rua e a polícia mudam o rumo da história, lançando o quarteto em uma louca escapada Minas Gerais a dentro, por entre montanhas, rios, pastos e rebanhos.
E é ai que os quatro se confrontam entre si e consigo mesmos, para descobrirem suas almas maiores do que pensavam. Tornam-se amigos, insólitos mosqueteiros na terra do “cada um por si e Deus contra todos”.
Mas no Brasil é sempre Deus quem ri melhor.
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